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    Incineração e análise de cinzas com forno Mufla

    Biovera :: 03 de julho de 2020 :: leitura em 3 minutos

    Este artigo apresenta as principais aplicações, equipamentos e o princípio de funcionamento do forno mufla para incineração e análise de cinzas, destacando sua importância em processos laboratoriais.

    A incineração aquece uma amostra em um forno mufla para obter um resíduo de cinza. Esse procedimento serve para determinar o conteúdo mineral bruto ou preparar a amostra para análises posteriores, como a caracterização dos componentes inorgânicos por fluorescência de raios X ou espectroscopia de massa.

    Para a análise de cinzas, é de vital importância conseguir a combustão completa da amostra.

    Principais Aplicações para Incineração e Análise de cinzas:

    • Primeiro passo na análise de componentes minerais ou inorgânicos totais em uma amostra de material orgânico
    • O processo queima todos os componentes orgânicos que saem dos compostos inorgânicos, que podem então ser identificados por análises posteriores
    • Determinação do teor de cinzas para controle de processo e qualidade
    • Alimentos e rações para animais
    • Plásticos
    • Comprimidos farmacêuticos e produto
    • Petróleo e frações na indústria petroquímica

    Equipamento para análise de cinzas:

    A Nabertherm possui forno desenvolvido especificamente para análise de cinzas, o forno para calcinação Nabertherm LV(T) . Nele, o ar entra através de um orifício na parte posterior do forno, então ele é aquecido ao passar pelas resistências, e, após percorrer a câmara, o ar é puxado pelas altas chaminés. Essas adaptações permitem um ciclo de seis renovações de ar por minuto, fazendo que a combustão seja mais eficiente, além de garantir uma ótima uniformidade da temperatura.

     

    Incineração e Análise de cinzas com Mufla 1

    Incineração e Análise de cinzas com Mufla 2

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Princípio do fluxo de ar no forno Nabertherm para análise de cinzas:

    O ar entra por um orifício na parede posterior do forno e as resistências superiores o pré-aquecem. Em seguida, o ar circula pela câmara, passando também pelas resistências inferiores. Depois, a chaminé alta suga o ar para fora do forno.

    Algumas amostras liberam grande quantidade de fumaça, por isso, em certos casos, recomenda-se usar fornos especializados, como o Forno para Incineração com Pós Combustão Nabertherm, que aumenta o fluxo de ar ou processa o fumo com um pós-combustor.

    Um exaustor de gás aspira os gases de combustão para fora do forno enquanto introduz ar fresco na atmosfera interna, garantindo oxigênio suficiente para o processo de incineração. O forno conduz e pré-aquece o ar que entra, assegurando uma temperatura uniforme durante todo o processo.

    Sistema de pós-combustão integrado
    Sistema de pós-combustão integrado

    Ou seja, os gases de exaustão saem da câmara do forno e são queimados e limpos cataliticamente no sistema de pós-combustão integrado.

    Imediatamente após o processo de incineração (até um máx. de 600 °C), pode-se realizar o processo a uma temperatura máx. de 1100°C.

    Por fim, precisa de ajuda para definir qual forno para análise de cinzas é o ideal para a sua aplicação? Entre em contato e fale com um de nossos especialistas.

    Lembrando que você também pode adquirir seu equipamento por Importação Direta, contando com a experiência da Biovera na preparação da documentação em acordo com as normas da Aduana Brasileira.

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